Mulher brasileira em primeiro lugar...


Há muita profundidade na música de Benito de Paula, que diz: “Mulher de verdade, sim senhor. Mulher brasileira é feita de amor”.


Em 1879 o dramaturgo norueguês Henrik Ibsen trouxe a peça “Casa de Boneca”, onde, pela primeira vez, uma mulher deixava o lar para viver sua vida, sem submissão ao marido. Rompeu a fronteira entre casa e rua, imposta pelo domínio masculino. Décadas depois, mais mulheres repetiriam o gesto de Nora na vida real, conquistando espaços até então proibidos, trabalhando fora e colaborando nas despesas do lar. No Brasil atual as mulheres ocupam uma parcela representativa do mercado de trabalho. Teoricamente, o mundo caminha a passos largos em direção à igualdade de sexos. Mas ainda é grande a luta das mulheres em prol de seus direitos e de sua liberdade, sobretudo no quesito salarial, sempre menor que o do homem.


Nesses 32 anos de psicólogo, convivi com as dores de muitas mulheres no enfrentamento de seu trabalho e da culpa que muitas sentem, por investirem em suas carreiras. Como avaliar, portanto, a conquista dessas mulheres? Elas mudam, ao assumir funções de chefia, perdendo a sua essência e se distanciando de si mesmas? Como está essa mulher diante do homem e esse homem diante dessa mulher? Quando a mulher saiu de casa para trabalhar, ampliou-se sobre maneira o seu protagonismo na sociedade e hoje elas não cabem mais no papel de esposa e de mãe, tão somente. Não são poucos os casos de mulheres que assumem a responsabilidade do lar, numa inversão de valores antes nunca imaginada. E nem sempre é fácil lidar com esta realidade.


Nessa nova dinâmica, quem ajuda quem no processo de crescimento individual? Isso pode gerar desequilíbrios nas relações - e quais as consequências disso? Podemos pensar numa nova verdade para as relações, onde a base seja o respeito, para não se perder a individualidade de cada um e fomentar a reciprocidade, num dar e receber sem cobrança e com equilíbrio.


“O bom casamento é aquele em que o outro se beneficia com a minha vibração para se expandir, ao passo em que eu me benefício com a vibração do outro e me expando também. (Alexandra Caymmi, 2018). Esse pensamento é fantástico, por se tratar de um crescimento mútuo. Não é o homem dominando a mulher ou a mulher dominando o homem; nem pais dominando filhos ou filhos dominando pais, deste modo será um relacionamento amorfo, sem energia.


Uma coisa é certa: quando surge o conflito, tanto no âmbito pessoal como no relacionamento, é muito importante a ajuda terapêutica. E eu vou ter o maior prazer em poder ajudá-lo.


Dorival Alonso Jr.

Psicoterapia individual e grupo

Constelação familiar

Orientador profissional

Coaching e Treinamento Organizacional.

Mestre em Psicologia Clínica e Constelador


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