Diabetes também é coisa de pet

Do aumento da sede à perda de peso, alguns sinais podem indicar uma doença que, quando diagnosticada e tratada corretamente, permite ao animal manter qualidade de vida
Diabetes não é uma doença exclusiva dos humanos. Cães e gatos também podem desenvolver a condição, caracterizada pela dificuldade do organismo em produzir insulina adequadamente ou utilizá-la de forma eficiente, provocando aumento da glicose no sangue.
Segundo a médica-veterinária endocrinologista Camila Carramona, alguns dos principais sinais de alerta são aumento da sede e da quantidade de urina, perda de peso mesmo com maior apetite e mudanças na disposição. Nos gatos, também pode surgir dificuldade para saltar ou alterações na maneira de caminhar.
Embora seja mais frequente em animais mais velhos, o diabetes também pode atingir jovens. Obesidade, alterações hormonais, doenças pancreáticas e determinados medicamentos estão entre os fatores que podem favorecer seu desenvolvimento.
O tratamento é individualizado e pode envolver insulina, alimentação adequada e monitoramento da glicemia. Nos gatos, alguns casos também permitem tratamento oral específico.
Com diagnóstico precoce e acompanhamento especializado, cães e gatos diabéticos podem viver por muitos anos com qualidade. Sem controle, porém, a doença pode causar complicações graves, como desidratação, perda intensa de peso, cegueira e cetoacidose diabética.
“Nosso objetivo não é apenas controlar a glicose, mas preservar a saúde e a qualidade de vida do pet e cuidar de toda a família que o acompanha”, destaca Dra. Camila.
Serviço:
Contato: (17) 9 9217-3383
E-mail: camilacarramona@outlook.com
Instagram: @carramona.endocrinopet




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