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iGUi também se destaca quando o assunto é segurança

Entre os itens produzidos pela marca, estão equipamentos que promovem maior segurança para pessoas e animais domésticos


Poucos sabem, mas o Brasil é o segundo maior consumidor de piscinas do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. As altas temperaturas e taxas de insolação, além da busca por lazer, descanso, conforto e qualidade de vida, sem ter que sair de casa, são alguns dos aspectos responsáveis por fazerem desses um item desejado por muitas famílias. Mas, atrelado a isso, quase sempre vem a dúvida: como aproveitar os bons momentos sem nenhuma preocupação?


A solução está na iGUi e seus dispositivos que a colocam no patamar de referência - não apenas por ser líder global na fabricação e comercialização de piscinas em poliéster reforçado com fibra de vidro (PRFV), mas também quanto à segurança.


O principal fator reside na forma diferenciada e inovadora com que se dá a filtragem da água, como explica o CEO e fundador da iGUi, Filipe Sisson. “Usamos o que há de mais moderno no mundo. Todas as nossas piscinas contam com o sistema de sucção aberta, que é considerado o mais seguro do mercado. Seguimos os padrões de segurança dos países mais desenvolvidos e muitas vezes mais exigentes, em que a sucção fechada é proibida há muitos anos. A filtragem é feita de forma contínua e a aspiração, a drenagem e a circulação da água são feitas sem pressão exposta ao usuário, evitando totalmente o risco de aprisionamento de partes de corpos de pessoas ou animais, o que evita possíveis acidentes”.


A preocupação da rede iGUi se mostra bastante pertinente visto que, segundo a pesquisa “Afogamentos, o que está acontecendo?”, produzida pela Sociedade Brasileira de Afogamento Aquático (Sobrasa), a cada uma hora e meia um brasileiro morre nesta circunstância. Mais: 59% dos acidentes com vítimas em idades entre um e nove anos acontecem em piscinas. Contudo, há ainda outro agravante: a maioria das crianças de quatro a 12 anos, que sabem nadar, se afogam por conta da sucção dos ralos.


Outros itens de segurança.


Além dos filtros, a iGUi desenvolveu outros dispositivos para garantir que crianças, idosos e pets não entrem na piscina sem o acompanhamento de um adulto. Entre essas estão coberturas automatizadas, capas, cercos, corrimãos e coletes salva-vidas. Exclusividade da iGUi, a cobertura automatizada Levita foi desenvolvida para acabar com as preocupações com quedas acidentais. Podendo ser usada em quase todos os modelos iGUi, é produzida em PVC e dispensa o uso de lonas de vinil, plástico-bolha ou telas para cobrir a piscina porque cumpre todas as funções como segurança e auxílio na limpeza e termicidade. A Levita cobre totalmente a superfície da água e pode aguentar até 50 quilos. “É o fim da preocupação dos pais em relação a quedas acidentais”, comenta Filipe.


Já o Cerco Max, composto por estrutura em alumínio anodizado, com tela leve e resistente, promove um cercamento eficiente da piscina. “O ideal é ter uma associação do uso dos equipamentos de segurança, como a Levita e o Cerco Max, com o cuidado com os pequenos. Crianças pequenas são, naturalmente, muito curiosas e não se pode descuidar.”, diz.


Segura inclusive para o meio ambiente.


Além dos itens de segurança que fazem da iGUi uma referência no mercado mundial, a empresa também não faz uso de produtos químicos para o tratamento da água, especialidade da TRATABEM, franquia criada pela iGUi em 2012, especializada na limpeza, assistência técnica, manutenção e venda de produtos e acessórios para todos os tipos de piscinas.


“Desenvolvemos, por exemplo, o Solo, um superdesinfetante orgânico ecologicamente correto que combate os microrganismos causadores de doenças e previne o desenvolvimento de bactérias que possam aparecer na água. Ele permite o uso imediato da piscina, não causa irritação nos olhos e mantém a pele e cabelos hidratados. Contamos em nosso portfólio com o dispositivo chamado Clorador, que não utiliza o cloro livre mas sim o sal sem iodo, transformando-o em cloro, que é menos nocivo ao meio ambiente.”, explica Sisson.


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